Após suspeita de espionagem na Câmara Legislativa do DF, servidores pedem exoneração

  • 15/05/2026
(Foto: Reprodução)
Após suspeita de espionagem na Câmara Legislativa do DF, servidores pedem exoneração Após uma suspeita de espionagem na Câmara Legislativa do Distrito Federal, ao menos 20 servidores pediram exoneração de seus cargos. O pedido foi feito através de um documento assinado nesta quinta-feira (14). Os servidores apontam "pressão excessiva, insegurança funcional, deterioração do clima organizacional e sucessivos episódios de desconfiança institucional". ➡️ Na segunda-feira (11), a Câmara Legislativa começou a investigar uma denúncia anônima registrada na Ouvidoria, que apontou um suposto grampeamento de computadores da Casa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Funcionários e chefes da Casa pediram exoneração nesta quinta-feira. Eles são de cinco áreas : infraestrutura de TI; administração de sistemas; inovação e inteligência de dados; atendimento e cultura digital; gestão de contratos de TI. O estopim declarado foi a individualização de responsabilidades funcionais sem consideração do contexto coletivo, técnico e operacional das atividades — algo que, segundo o memorando, produziu "profundo abalo na confiança organizacional". O documento ressalta que a diretoria é responsável por atividades de alta complexidade técnica, exigindo permanente dedicação dos servidores, em situações extraordinárias, com plantões informais e atendimentos emergenciais, e que o atual ambiente se tornou "incompatível com a continuidade do exercício de funções comissionadas de confiança". Suspeita de espionagem Presidente da CLDF diz que vai acionar a Polícia Civil para investigar suspeita de espionagem A Câmara Legislativa apura a denúncia de suposta espionagem, revelada nesta segunda-feira. Segundo a denúncia, havia instabilidade na internet e "comportamentos estranhos" nos computadores corporativos, o que levantou a suspeita de que os equipamentos estavam grampeados. O presidente da Câmara, deputado Wellington Luiz (MDB), instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e disse que iria acionar a Polícia Civil. O diretor de Modernização e Inovação Digital, Walerio Oliveira Campôres, foi afastado por 60 dias. O chefe de Infraestrutura de Tecnologia da Informação, Pedro Cunha Rego Celestin, foi exonerado. Em nota, a Câmara informou que a investigação será conduzida pela Comissão de Processo Disciplinar e Tomada de Contas Especial (CPTCE), que terá prazo de 60 dias para concluir os trabalhos, podendo ser prorrogado por igual período. A Câmara informou ainda que, por se tratar de um procedimento em andamento, não fará novos comentários até a conclusão das apurações. Entrada da Câmara Legislativa do DF (CLDF) reprodução LEIA TAMBÉM: SUSPEITA DE FRAUDES: operação investiga grupo que invadia sistema do Detran-DF ESTUDO TÉCNICO: transporte escolar do DF opera com atrasos, rotas precárias e excesso de contratos emergenciais Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

FONTE: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2026/05/15/apos-suspeita-de-espionagem-na-camara-legislativa-do-df-servidores-pedem-exoneracao.ghtml


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